Postagens

o começo

Saborear O prato Assustado O tempero Se fez Delicado Gentil Prazer De esperar Ser O começo

unicórnio

O que fazer Esse unicórnio Na mente  Escondida Livre De muros E paredes Tetos Vazios Estrelas Pedindo Nuvens Que ofuscam A vergonha Imensa Encarar Mergulhar Respirar Num beijo Eu existo Pura solidão

aprendendo com os erros

Me sinto Esgotado Jogado Na beira De um precipício No lixo Que criei Acreditei Na ilusão Fiz crescer Ervas daninhas Ninhos vazios E se não bastasse Vesti o medo Sentado na solidão Sorrindo pra mim Aprendendo com os erros

lindo amanhecer

É de um clarão Despido que surge Um festival de cores De variados tons De onde vem  Desconheço Esse amor Me olhando Sempre Quando ouso Abrir os olhos Parece  Saltar O coração Deitado No horizonte Cheio de manha Lindo amanhecer

bom café

Impossível Separar Você De um bom café Sabor indescritível Vai além Do sentimento Esse paladar Que desperta Seja o momento Que for

filhotes do infinito

Uma estrada De muitas árvores Rompia o silêncio Da floresta Entre as folhas Que vestiam E despiam Sentimentos Narrativa absurda Saindo dos porões Raízes e mistérios Filhotes do infinito

toque de luz

No que irradia Vem a busca No segredo O sentido É de se admirar Que de tanto teimar O calo dar um jeito De lembrar que é Preciso mudar Irrigar a vontade Com cores novas Abastecer o coração Sem afogar o sentimento Dando ao destino Um sabor  Que simplesmente Me derrete Com você Toque de luz